quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Novas parcerias: V. M. Gonçalves

Oi, pessoal! Acharam que eu não tinha mais parceiros a lhes apresentar? Tenho vários, mas dei uma pausa nas apresentações para organizar o blog e deixar tudo bonitinho pra vocês. E não tem ninguém melhor que este cara para reiniciar os trabalhos; ele não é apenas um escritor parceiro, mas também um amigo cujos trabalhos literários eu conheço quase tão bem quando ele, huahuahauha. Com vocês, o desenhista e escritor Vilson Gonçalves!

V. M. Gonçalves

Natural de Ponta Grossa, Paraná, é licenciado em Artes Visuais pela UEPG e mestre em Comunicação e Linguagens de Universidade Tuiuti do Paraná. Atuando como professor de Arte do Ensino Médio a maior parte de seu tempo, nas horas vagas procrastina, vê programas de culinária, cria roedores e ursos polares em miniatura e escreve sobre mundos distantes, guerreiras, duendes pelados, preguiças gigantes e botos que viram gente. Em 2014, publicou O Homem de Azul e Púrpura, primeiro livro da saga A Canção de Quatrocantos. Em 2015, publicou a primeira spin-off do universo fantástico de Quatrocantos: Guerreiras do Sol e da Lua. Lançará neste domingo, dia 14 de fevereiro, O Rei Amaldiçoado, spin-off focada no Vermelho, personagem inspirado nas lendas brasileiras do Boto.


Fanpage da série: https://goo.gl/v47YrP
Fanpage para as ilustrações: https://goo.gl/irqpgt
Contribuições para o site Contos Cabulososhttp://goo.gl/Yd1Rvy

Evento de lançamento de O Rei Amaldiçoado


SEUS ESCRITOS

A CANÇÃO DE QUATROCANTOS

O Homem de Azul e Púrpura

O mágico universo de Quatrocantos desdobra-se em uma infinidade de paisagens exóticas, férteis e terríveis, e muitas são as maravilhas que se colocam entre Wayra, o Homem de Azul e Púrpura, e seu destino final. Ele deve encarar o passado sombrio e o futuro incerto para ser bem sucedido em sua missão: avançar até os confins de um território mais vasto que a própria imaginação.
No caminho, bestas desconhecidas, feiticeiros, piratas sanguinários e temíveis mulheres guerreiras. Não há limites para os perigos e prodígios que Quatrocantos oculta em seus vales, desertos e florestas.

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Guerreiras do Sol e da Lua I


Em Quatrocantos, mulheres escrevem seus destinos com arcos e lanças. Neste primeiro volume da série Quatro Contos, conheça um pouco mais sobre as guerreiras mais temidas deste vasto e misterioso continente. 

Ayurú, Tayassú, Pindá e Mbara'ká são espíritos fortes, moldados por batalhas e provações. Seus destinos foram traçados com sangue e fogo; suas histórias alimentarão os espíritos de novas guerreiras por gerações.

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O Rei Amaldiçoado

Quatrocantos emergiu da Árvore da Vida pela ação de forças, forças da Água, da Terra e do Céu. Os nativos deste continente viriam a cultuar essas forças como deuses, sem saber que elas não possuíam qualquer intenção, alma ou plano. Aqui serão relatadas três narrativas envolvendo a mais temível destas forças, o Rei da Água, que muitos conhecem apenas como “o Boto”, um rei amaldiçoado, um animal lascivo, um espírito sedento e um homem possuído. Este rei governou muitos seres, mas que foi governado apenas por seus impulsos animalescos. 

Inspirados na lenda do Boto, uma das figuras mais notórias do folclore nacional, os três contos apresentados neste livro se passam no universo de Quatrocantos, exposto previamente nas obras A Canção de Quatrocantos - O Homem de Azul e Púrpura (2014) e Guerreiras do Sol e da Lua I (2015).

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Cinco dos Nove Povos Primeiros

CONTOS DOS BURUS

Bohukay e o dragão

Um grupo de viajantes chega a uma hospedaria, onde encontram um misterioso guerreiro com muitas histórias para contar.

Em Dois Montes havia uma casa conhecida como Favo de Mel, propriedade da viúva Menka, maldosamente apelidada Favo de Mel devido ao seu temperamento nem um pouco doce. Após a morte de seu terceiro marido, a senhora Menka transformara sua casa em um próspero estabelecimento, onde negociava verduras, servia bebidas e oferecia pouso a viajantes.

O cliente mais leal da Favo de Mel era o velho Bohukay. Na aparência, era um típico guerreiro daqueles que vagavam pela região semiárida do Caldeirão, vivendo da caça, da bandidagem ou da criação de animais mirrados. Bohukay era um homem baixo, de musculatura rija e esguia, queimado pelo sol, sempre vestindo trajes justos de couro ricamente decorados com fitas coloridas e berloques. Mas Bohukay era tudo menos típico.

Leia o conto completo: http://goo.gl/nfquNr

Corpo Fechado

A história de um guerreiro marcado por uma terrível maldição.

Ikon acordou com as gargalhadas roucas. Olhou em volta em busca de seus companheiros, mas havia apenas ruína: mortos em cima de mortos, couro ensanguentado, lanças e escudos partidos. A vinte passos dali, a casa grande da aldeia jazia parcialmente desabada, uma pilha de restos fumegantes de madeira e folhas secas de palmeira. Guerreiros inimigos vasculhavam os cadáveres em busca do que saquear: facas de bronze, lanças em bom estado, joias de concha-da-ilhas, odres de bebida.

"Perdemos", pensou Ikon, "como é possível? Sou o único sobrevivente?"

— Ei, rapazes, vejam só o que eu achei! Estava escondida no meio do mato! Firme e redondinha! — disse um dos guerreiros, arrancando Ikon de seu torpor. O guerreiro estava arrastando uma jovem pelo braço e pelos cabelos. Ela gritava e esperneava, não obstante o homem tentasse dominá-la pela força. — Vamos, me ajudem aqui! Essa está bem viva!

"Mulheres", pensou Ikon, "sempre as maiores vítimas de qualquer guerra."

Ikon marchara até ali em nome de seu rei, o rei de Buru, a maior das três ilhas situadas no Delta, como os Povos Antigos chamavam a foz do Grande Rio. O rio ali se dividia em vários braços menores, separando os três países: Paruná, Buru e Iumuná. Buru era a ilha mais central do conjunto, não apenas do ponto de vista da geografia, mas também da cultura. Era a única que possuía um governante supremo, a única que possuía um exército.

Leia o conto completo: http://goo.gl/F7ibKa

COLETÂNEAS BURITI

Híbridos

Conto: Terra e Água
Espada e Feitiçaria 2
Conto: Brandda
Buriti 100
Conto: O Estranho

Deusas Assassinas
Conto: A Deusa Estrangeira" 
com Francélia Pereira
Mundos 5
Conto: Cantantes

PROJETO VOZES ANCESTRAIS
Nos últimos anos têm surgido diversos projetos artísticos que buscam valorizar nossas raízes culturais. Pensando em unir esses projetos surgiu o Vozes Ancestrais, que tem o intuito de mostrar ao público que nossa cultura é tão rica quanto qualquer outra no mundo, e que dela podem surgir trabalhos incríveis. 

Selo do projeto

O Vozes Ancestrais começou com um evento virtual no Facebook, em janeiro de 2016. O resultado foi muito positivo e novos artistas se juntaram ao grupo. Agora, os eventos acontecerão regularmente, dando ao público a oportunidade de conhecer e interagir com esses trabalhos, que são resultado de pesquisas e de muito amor por nossa terra. 

O próximo evento acontecerá dia 27 de março!

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