terça-feira, 29 de setembro de 2015

Novas parcerias: Atlas Moniz

Oi, pessoal! Venho lhes apresentar hoje um cara muito simpático que conheci recentemente, mas já quero ler tudo que ele escreveu. Conheçam Atlas Moniz, nosso querido autor parceiro!

ATLAS MONIZ

Tímido, este carioca nascido em 25 de julho de 1993, queria ser astronauta quando criança. É formado em História e trabalha com educação em museus. Escreve desde os 12 anos e gosta de Ficção Científica, Fantasia e Terror, além de curtir animes, mangás e videogames. Publicou umas coisinhas aqui e ali, está casado e é jardineiro e desenhista nas horas vagas.

Site: https://atlasmoniz.wordpress.com/

Wattpad: http://w.tt/1ODw7QQ


Necrópole do Sol

Durante a guerra civil que tomou o império das quarenta montanhas, Auatle-Cayetli Acayutí roubou a máscara do deus-Sol Atlinoh, artefato ritualístico que daria a quem a tivesse as formas e os poderes da divindade. Mas não o fez por mal, e sim para que não fosse usada em prol de um lado da guerra. Sendo indiretamente culpado pela queda de sua própria nação, Cayetli foi assassinado pelo seu povo, apenas para retornar dois séculos depois por uma máscara enfeitiçada que aprisiona sua alma e deixa que habite o corpo de outrem. Agora, em um mundo que não é seu, e por ordem do próprio deus-Sol, ele busca impedir o retorno do império que quer sua cabeça e a ascensão dos responsáveis pela guerra que separou seu povo, também revividos a partir de suas próprias máscaras. Ao mesmo tempo, deve se adaptar a esta nova era, onde a maior potência bélica do mundo conhecido está morta – uma necrópole escondida entre as montanhas – e sua salvação está nos outros povos que outrora desprezou.

Leia a prévia: http://w.tt/1LiST07


Capital Revelada
Ele, que caça emoções

O limite do vazio, emoções tomando forma. Olhos que o encaram do negrume, o espectro de um garoto há muito morto, uma realidade paralela. Luiz jamais pensou que o tal do rapaz asiático de sua faculdade pudesse estar no meio de tudo aquilo. Mas, ao se meter com quem não deve, logo se vê metido em pesquisas históricas, antepassados anônimos, uma realidade oculta sob a metrópole do Rio de Janeiro que achou que sempre conhecera.
E tudo começa com uma foto.

Para comprar o e-book: http://bit.ly/1MXV2OY (Amazon)

Para ler a prévia no Wattpad: http://w.tt/1NZACDL


CONTOS


O Historiurgo 
Meu mestre, sem passado, presente ou futuro, era um historiurgo: alterava a História das pessoas, da terra, do mundo, de tudo que quisesse. E ele se foi para nunca mais voltar, deixando minha educação inacabada, meu coração partido, minha alma traída.
[Conto participante do concurso "Aprendiz de feiticeiro", #FantasiaBR.]
Leia no Wattpad: https://goo.gl/frVams

Northrop e Doroteia

Publicado na Revista Trasgo #7. A vida e tempos de um robô e uma humana com problemas na família. O pai quer conhecer quem namora sua filha, Northrop não quer saber dele e Doroteia não sabe como explicar ao seu velho que Northrop é um robô e só isso, nem homem e nem mulher.

Para comprar a revista: http://bit.ly/1KPQtR2


Aithēr, ou O último dos monádicos

Ele estava preso em cristal.
Ele, o último que poderia tirar aithēr e mônadas da terra, do céu, do mar, do ar e da vida; ele, o único que poderia nos devolver este conhecimento, há tanto perdido. Estava escrito no meu sangue, nos meus genes, na minha essência que eu deveria encontrá-lo; minha vida toda foi uma busca por ele.
Mas eles estão aqui e querem levá-lo embora, privar-nos deste conhecimento...

Leia no Wattpad: https://goo.gl/RH6TPX

A efemeridade de todas as coisas

Uma NEET de dezessete anos que mora com seu pai e dois gatos. Uma madrinha que quer a tirar desta vida sem sentido. Um monstro ancião e humanoide, achado morto no Pólo Sul, trazido ao Rio de Janeiro por dois porta-aviões.
O fim do mundo.
O fim do mundo?

Leia no Wattpad: http://w.tt/1KPPFvm

Espaços em Branco


Era um dia de rotina normal, até que tudo começa a se tornar ______________.
Leia no Wattpad: https://goo.gl/zcPFML
No aguardo

Publicado na Revista Flaubert #12.
“Pensei que talvez você começasse a despertar para o mundo caso percebesse que a vida passa e que eu não vou ficar preso a você como um fantasma impossibilitado de seguir adiante. Voltei para a faculdade, voltei a produzir arte, voltei a fazer minhas coisas. Tentei. Na faculdade o que o professor fala o meu cérebro não registra. Eu quero ser feliz, mas tudo agora passa como um filme antigo e queimado, desinteressante e impossível de ser assistido corretamente. As pessoas falam e eu não ouço.”

Para ler a revista Flaubert: http://bit.ly/1JAcelQ

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