domingo, 28 de junho de 2015

REVIEW: O Homem de Azul e Púrpura, V. M. Gonçalves

Oi, pessoal! Ultimamente tenho lido livros e contos incríveis de escritores brasileiros muito talentosos, que só me fazem ter cada vez mais orgulho da Literatura Fantástica Brasileira. Um desses autores é Vilson Gonçalves, que assina seu A Canção de Quatrocantos: O Homem de Azul e Púrpura como V. M. Gonçalves. Eu li as 228 páginas durante a Segunda Maratona Literária promovida pelo blog Me Livrando – ou seja, li em menos de 24h – e estou até agora indignada pelo livro ter acabado tão rápido!
Sem mais delongas, vamos à resenha (que já deveria ter sido escrita há umas 3 semanas, mas ok...)!


 O Homem de Azul e Púrpura

Autor: V. M. Gonçalves
Editora: Buriti
Número de páginas: 228
Nota da Cami: 5/5
Primeiro volume na série A Canção de Quatrocantos

Ao invés de começar com o meu próprio resumo da história, vou inicar pelo texto da contracapa do próprio livro porque eu adorei:

                Há muitos mistérios na Mãe Terra Quatrocantos, um para cada estrela no mando aveludado do Pai Céu. Em Quatrocantos viveram os Povos Primeiros, guerreiros ferozes, artistas brilhantes, piratas vorazes, duendes travessos. Lá viveram sereias e gigantes, grandes bestas, feiticeiros e adivinhos. Lá viveram as mulheres guerreiras, temidas por todos que um dia cruzaram seu caminho. E nenhum homem deparou-se com tantas destas maravilhas quanto Yuruy Wayra, nosso aventureiro, o Andarilho Eterno, o Homem de Azul e Púrpura. Ele teceu a mais linda história desta terra esquecida, teceu-a com seus pés, trilhando seus caminhos. Os dias se passarão, e muito será esquecido, mas sua história, a história do Homem de Azul e Púrpura, esta permanecerá.
Bela introdução, não? Pois bem, o livro começa entre os gururetúk – um dos povos de Quatrocantos, muito pequenos, ruivos e muito ágeis –, onde crianças cercam o velho Tatágu em busca de histórias e ele decide contar-lhes a de Yuruy Wayra, O Homem de Azul e Púrpura do título, assim chamado por essas serem as cores de sua família e, logo, as de suas vestimentas.
Daí por diante seguimos os passos de Wayra, um homem importante entre seu povo – os Wayar – e conhecido por todos os cantos, pois ele é um mercador de longas distâncias, tradição de sua família. Depois de dois anos e meio fora, ele está regressando de sua primeira travessia sozinho, na qual levou cerca de 100 pessoas de Altiplano, sua terra natal, até a terra dos gigantes para construção de um entreposto comercial.
Porém, as notícias de que Altiplano fora invadido pelas guerreiras hetá de Murená e os homens da Mata Antiga lhe alcançam no meio do caminho. A guerra, no entanto, já terminara quando ele chegou a sua cidade e, quase que imediatamente após sua chegada, os conselheiros de seu povo já lhe dão uma nova tarefa: conduzir uma nova caravana composta de 120 homens, 20 mulheres e mais 30 homens da escolta até a fronteira sul do território hetá, para a criação de um outro entreposto comercial que, além do óbvio, visa também estabelecer laços entre os wayar e o povo de Murená depois da guerra.
Será uma viagem perigosa e demorada – já que Wayra terá usar um caminho muito mais longo para evitar ao máximo o território ao sul, considerando que, depois da guerra, um número considerável de pessoas deve estar descontente com os wayar e passar por lá seria muito arriscado. Mas, para sorte da Centopeia – apelido que o mercador dá a sua comitiva – seu líder é Wayra, o famoso Homem de Azul e Púrpura, o único louco e competente o bastante para aceitar tal missão.

Eu adorei várias coisas nesta história – como os diálogos e os personagens –, mas o que mais gostei mesmo foi que o livro nos transporta a um novo mundo que, apesar de claramente inspirado nas culturas indígenas do continente americano, tem suas próprias características e povos, e cada povo tem suas próprias particularidades e cultura. Vilson não criou apenas uma trama, mas, sim, um mundo completo e muito bem estruturado. A única coisa ruim nesse aspecto é que o livro é muito curto para que possamos conhecer o suficiente de Quatrocantos, mas é, com certeza, o bastante para nos apaixonarmos por essa terra e seus habitantes.


Além de uma imaginação incrível, Vilson também tem uma escrita fluida e competente, o que torna a leitura fácil e agradável, com um jeitinho de contação de história. O Homem de Azul e Púrpura é narrado majoritariamente pelo ponto de vista de Wayar, o que não limita em nada a narrativa e nos dá a chance de conhecer seus mais diversos pensamentos. Outro ponto forte da história é que os povos, locais e personagens são apresentados de maneira natural e clara, de modo que é fácil para o leitor imaginá-los. As descrições dos costumes, comidas e artefatos também são ótimas, tanto que até agora não sei bem o que foi inspirado no “mundo real” e o que é exclusivo de Quatrocantos.
Wayra e Girassol
Os personagens também são ótimos, críveis, cheios de defeitos e qualidades como todos nós; é fácil se identificar com eles, amá-los ou odiá-los (só tem um que achei odiável, na verdade). Dentre estes, vou falar um pouquinho sobre meus favoritos além de Wayra. Um deles é Pukakiru, um jovem de Cerrossussurros e chefe da escolta da Centopeia, que se voluntariou por sentir-se inquieto e querer ver mais do mundo. Ele é sério e pouco falante, mas é um homem simples, leal a seu líder e um ótimo lutador, com o qual Wayra simpatizou desde o começo – e eu também. A outra personagem que eu gostei foi a princesa dos Burus, Yawewê – a princesa Girassol. Embora sua cultura não dê tanto valor a suas mulheres, o povo parece respeitá-la e amá-la, como podemos ver quando ela substitui o pai doente em um evento enquanto a Centopeia estava em Cajueiros. Se isso não fosse o suficiente pra eu gostar dela, sua aparência também é adorável, cheia de curvas e rechonchuda – o que é considerado belo por Burus e Wayar –, com belos cabelos com cheiro de maracujá; ela é doce e forte, inteligente e delicada, preocupada com seu pai e seu território.

Para mim, o único defeito foram alguns erros que deveriam ter sido consertados na revião, mas não é nada que atrapalhe a leitura – mesmo pra mim, que sou chata. Fora esses errinhos comuns em primeiras edições, não há mesmo nada que eu possa criticar; como disse antes, personagens, trama e escrita são excelentes, além de nos apresentar o rico e apaixonante Quatrocantos, que começa em O Homem de Azul e Púrpura e se alastra por diversos contos MARAVILHOSOS (sobre os quais falarei mais em breve), e continuará no volume 2 das aventuras de Wayra, o qual estou aguardando ansiosamente!

Minha recomendação final não poderia ser outra: leia O Homem de Azul e Púrpura já e se apaixone por Quatrocantos você também!!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Literatura em Movimento 02 - Junho


Oi, pessoal! Estou aqui, no último dia do prazo das postagens do mês de junho, para trazer o meu post. Demorei a postar pois estava esperando uma inspiração divina, já que o tema - apesar de muito pertinente -, me deixou bem perdida. Mas acabei conseguindo escrever alguma coisa, só pra não deixar o mês do amor passar em branco. Vamos, então, ao tema no mês!

Ok, antes de ir ao texto, gostaria de explicar meus motivos pra quase não ter postado nada esse mês. Primeiro, não tenho uma paixão literária. Não me entenda mal, há vários personagens que eu amo de paixão, mas todos eles já têm seu alguém especial, logo não queria "separá-los". Segundo, não sou das melhores descrevendo cenas românticas. Terceiro, precisava usar um vocabulário leve e permitido pra todos os públicos, o que limitava um pouquinho minha imaginação sórdida... 
Depois de muito pensar, acabei achando um personagem que eu amo e que não tem uma namorada (bem, não exatamente): Damian, um dos vampiros da série Anita Blake: Vampire Hunter, da Laurell K. Hamilton. Ele é lindão, viking, ruivo e meio solitário. 
Então, sem mais delongas, fiquem com o meu textinho que não foi tão romântico assim.

Damian estava no auge de sua beleza, representando seu papel de guerreiro viking sexy em seu número de dança. Céus, como ele era lindo... Aqueles cabelos vermelho-vivo em contraste com a pele branca e a roupa de couro negro sempre era de tirar o fôlego. Seu número estava perto do fim, e ele veio se aproximando mais da platéia e, por um acaso do destino, olhou pra mim. Eu suspirei e sorri pra ele, na esperança de que ele realmente me notasse. Acho que vi um discreto sorriso em seus lábios perfeitos enquanto ele me olhava dos pés à cabeça, demorando um pouquinho mais no meu pescoço à mostra.
Não me entendam mal – não sou daquelas jovens histéricas que leram Crepúsculo e sonham em achar um “vampiro encantado (e purpurinado)” que me transforme em vampira para vivermos a eternidade juntos. Não sou assim... Mas Damian é um caso à parte. Acompanho sua história desde que vim para St. Louis e fui apresentada aos líderes da minha espécie na região. A Nimir-ra (“rainha”) dos wereleopards (como eu), Anita Blake, é uma mulher incrível com certeza, mas está profundamente ligada ao mundo sobrenatural da cidade, inclusive aos vampiros. Damian, pelo que eu pude entender, está conectado a ela por algum tipo de magia necromante-vampírica, mas ela não dá a devida atenção a ele. Imagino que seja porque ela realmente não tem muito tempo pra dividir entre seus homens e ainda lutar contra seres malignos, ou talvez porque ela odeia a ideia de que há um vampiro que depende dela pra “viver”... Seja como for, posso sentir que Damian ressente essa distância. Por ter sido abandonada e esquecida também, consigo identificar aquele olhar perdido, triste. Foi esse olhar que me fez esquecer meu instinto natural e vir a essa boate tentar me fazer notar – ele me vira na casa da Anita antes, mas não me notara. Quem sabe hoje isso mude.
Ele dançou com uma, duas, três mulheres e finalmente chegou até mim.
- Te conheço, não? – ele perguntou em voz baixa, com seu corpo próximo ao meu.
- Já nos vimos algumas vezes na casa da Anita – respondi. Acho que fiquei vermelha quando sua mão encostou na minha cintura e me puxou mais pra perto.
- Ah, sim, a leopardo brasileira. Lembrei agora. – Ele sorriu e aproximou os lábios do meu pescoço. – E o que faz aqui, gatinha?
- Vim te ver. – Agora eu estava definitivamente vermelha, mas não podia ceder à timidez e voltar atrás. – Gostaria de passar um tempo com você.
Damian riu e minha autoconfiança foi totalmente abalada, mas quando ele se afastou um pouco, pude ver interesse e uma ponta de curiosidade em seu olhar.
- Por quê? –  ele perguntou.
- Porque acho que você merece mais atenção do que recebe... Porque também sei como é se sentir sozinho, deixado de lado por quem mais importa. – Ok, ou eu falava agora, ou não falaria nunca mais. – Porque meu coração acelera cada vez que mencionam seu nome. – Suspirei, reunindo coragem pra terminar. – Porque me apaixonei por você.
Ele se afastou bem na hora que a música terminou. Parecendo levemente surpreso, ele voltou ao centro da pista, agradeceu os aplausos e desapareceu para os bastidores. Eu fiquei ali, com cara de boba e um horrível aperto no peito. Que idiota que eu fui! Por que um vampiro como ele me daria bola? Ele tem mais de mil anos e, pelo que ouvi falar, viveu horrores nas mãos de sua criadora. Provavelmente deve estar pouco se importando com romance, a essa altura. Aquele tristeza que eu via em seu olhar deve ser consequência das torturas que viveu antes, não por se sentir sozinho. Que ingênua que eu fui! Passei um papel ridículo por achar que podia entender um vampiro! Idiota, besta...
- Senhorita? – Alguém cutucou meu ombro e me assustei. Estava pronta para mostrar as garras ao ser que estava me atacando quando percebi que era apenas uma garçonete da boate. – Oi! O senhor Damian pediu que a chamasse para o seu camarim. Deseja me acompanhar até lá?
Devo ter ficado com uma cara muito idiota, pois a jovem parecia estar se segurando para não rir. Mas eu estava realmente confusa. O que ele poderia querer comigo depois do papel de boba que eu fiz? Não iria até lá só pra ele rir de mim, ainda tenho um pouco de orgulho, certo?
No entanto, quando dei por mim, eu estava assentindo e acompanhando a garçonete por entre as mesas e pessoas dançando até o camarim do vampiro. Cruzei com outros conhecidos no caminho, mas não tenho certeza nem se os cumprimentei. Paramos em frente a uma porta de madeira simples e a moça bateu duas vezes na porta; com um breve sorriso, ela deu meia volta e me deixou ali sozinha. Será que eu devia sair dali também?
Antes que eu pudesse decidir, a porta foi aberta, revelando a beleza cheia de contrastes de Damian. Ficamos alguns segundos nos encarando até que ele deu um passo para o lado, abrindo passagem para mim:
- Entre, gatinha, e me mostre quanta atenção eu mereço. – Havia uma tristeza em sua voz, mas também um tom de provocação.
Eu dei um pequeno sorriso, balançando a cabeça:
- Vou precisar de uma noite inteira para mostrar o que quero. – Dei um passo à frente, chegando perto dele, encarando aqueles olhos verde-esmeralda. – Talvez mais que isso.
Para minha surpresa, ele me puxou para dentro de seu camarim, juntando meu corpo ao dele.
- Já te concedi esta noite... Continue assim e posso pensar em te conceder mais. – Damian sorriu levemente pra mim e eu pra ele enquanto fechava a porta.
A partir daqui, a noite pertence apenas a nós dois. 

BÔNUS!!!!
Contei para uma aluna minha sobre esse texto que eu tinha que escrever e estava sem ideias. Ela escreveu um e eu prometi postar junto com a minha. Assim sendo, com vocês: "Como conquistar o Bob Esponja", escrito por Luísa Tedesco.
 Você vê o Bob Esponja na rua e você pergunta:
- Para onde você está indo?
- Pro meu trabalho no Siri Cascudo!!! Estou pronto!
- Ah, onde fica o Siri Cascudo? Você pode me levar lá?
- Claro.
Então, no caminho, você e o Bob Esponja conversam sobre heróis (Homem-Sereia e Mexilhãozinho) e sobre caçar águas-vivas:
- Nossa, eu não sabia que meninas caçavam água viva.
- ...
- Você quer ir caçar águas-vivas comigo hoje depois do trabalho?
- Quero!
Os olhinhos de Bob se iluminam - acho que ele está gamadão.
À tarde, vocês se encontram para caçar águas-vivas. Você e Bob caçam milhares de águas-vivas até a noite. Então, com sono, vocês se deitam e olham as estrelas:
Bob: O céu está tão... céu.
Você: É... 
- Mas não é o céu que importa.
- O que importa são as... águas-vivas?
- Não. É você
Bob Esponja te beija e vocês ficam se pegando por quinze minutos até dormirem. Mas você acorda antes (3 a.m.) e e vai embora. Quando ele acorda e não te vê, ele passa o dia pensando em ti. E você nele.
Então Bob Esponja te manda uma carta:
"Quer vir até o Siri Cascudo comer um hambúrguer de siri comigo hoje na hora do almoço?"
Você então vai até lá e ele está te esperando:
bob: Então... lembra de ontem?
vc: Lembro... (você fica com as bochechas vermelhas, mas é fofo)
- Então...tem uma coisa que eu preciso te dizer...
- O quê? 
- Bem... eu sei que a gente se conhece há pouco tempo mas... eu te amo. Você quer ser minha namorada?
- Quero!

segunda-feira, 22 de junho de 2015

REVIEW: Vingança Mortal, Raquel Machado

Há algum tempo publiquei aqui no blog que havia firmado uma parceria com a autora Raquel Machado, e falei um pouco sobre ela e seu livro, Vingança Mortal. Por diversos fatores (que se resumem a falta de tempo) demorei mais do que eu deveria para ler e mais ainda para resenhar, mas cá estou para falar sobre ele!

Vingança Mortal

Autora: Raquel Machado
Editora: Amazon/Clube dos Autores
Número de páginas: 117
Nota da Cami: 3,5/5

O livro começa quando a personagem principal, Brenda, recebe uma ligação avisando que uma de suas melhores amigas de infância, Nicole, havia morrido em um acidente de carro. De volta à sua cidade natal, Lageado Grande, para o velório, Brenda começa a duvidar que sua morte tenha sido apenas um acidente. Mais que isso: apesar de ter casado com seu namorado de escola e ter uma vida aparentemente perfeita, o comportamento do marido nos últimos tempos - e suas reações à morte de Nicole e a volta de Brenda à Lageado Grande - levam a jovem a suspeitar de seu próprio marido. A protagonista também re-encontra seus outros amigos de adolescência e se choca ao perceber que tudo e todos mudaram drasticamente desde que fora morar na "cidade grande". Ao decidir ajudar antigos amigos e descobrir tudo sobre a morte de Nicole, Brenda se vê envolvida numa trama muito maior do que imaginava, envolvendo sexo, mortes, drogas e traições.

Bem, minha análise será um pouco mais curta do que o usual para não correr o risco de dar algum spoiler e estragar o mistério todo. Ainda assim, vou falar brevemente sobre os três items de costume: personagens, a escrita e a trama.

Provavelmente por causa das poucas páginas, a personalidade dos personagens não é muito aprofundada, o que torna aquela empatia leitor-personagem um pouco mais difícil, mas isso não quer dizer que eles não nos cativem com o passar das páginas. Além disso, Raquel é ótima em interligar as cenas e situações para manter o suspense ao longo da história. Apesar do livro ser curto, a autora não deixa pontas soltas e toda a trama é resolvida a contento no final. Ela também faz um bom uso de cenas no presente e no passado, no ponto de vista de Brenda e de outros personagens relevantes, deixando a leitura mais interessante. 

Acho que algumas coisas poderiam ter sido melhor desenvolvidas e a revisão poderia ter sido mais minuciosa, mas a escrita fluida e a criatividade da Raquel compensam os pequenos defeitos. Tanto que, apesar de eu ter descoberto o (a) culpado (a) logo, o final ainda me reservou algumas surpresas sobre as motivações dele (a). Infelizmente não posso falar muito mais, mas recomendo "Vingança Mortal" a todos que gostam de uma leitura rápida, envolvente e com uma boa dose de mistério.

sábado, 13 de junho de 2015

PARCERIA: Priscila Ferreira

Oi, pessoal! Ando postando menos do que eu gostaria, mas juro que tem pelo menos três resenhas de ÓTIMOS livros nacionais a caminho, além da análise de O Iluminado, do Mr. King, e sorteios!

Falando em nacionais, trago hoje a vocês mais informações sobre uma nova autora que terá seu livro lançado pela Tribo das Letras na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, num evento programado para o dia 05 de setembro. A autora é Priscila Ferreira e seu livro, "Um Encontro Fatal". Pelo que eu li na degustação do Wattpad, o livro é MUITO legal! As personagens são divertidas, o mistério é envolvente e a escrita, bem fluída e agradável; fui ler um capítulo e acabei lendo oito! É um livro que eu quero ler inteiro!

Fique agora com a sinopse e com uma pequena biografia da autora!


"Se um desconhecido de repente te oferecer a chance de mudar de vida?
Uma garota simples, em busca de uma vida melhor. Um desconhecido pode lhe proporcionar esse sonho?
Acionados no meio da noite para registrar mais um caso de homicídio, tão corriqueiro na grande metrópole, Sophia Martins e sua equipe trabalham para coletar todas as informações disponíveis na cena do crime.  As peças do quebra-cabeça simplesmente não se encaixam e aguçam a curiosidade da destemida investigadora.  Os caminhos a levam num complexo esquema que envolve pessoas poderosas e até então inatingíveis.  Ao penetrar nesse contexto ela descobre que suas ações terão consequências devastadoras e não importa o quanto trabalhe, ela não conseguirá proteger todos.
No seu primeiro caso como investigadora principal, Sophia mergulhará em uma aventura de tirar o fôlego. E as consequências deixarão marcas para vida toda. Ela não poderia imaginar, nem nos seus piores pesadelos, o que enfrentaria."

Priscila Ferreira, 29 anos, Pernambucana. Cursou Licenciatura em Física na Universidade Federal Rural de Pernambuco e posteriormente se formou em Gestão Financeira na FBV. Leitora compulsiva e amante do gênero policial, tem mania de ler a última página primeiro. Extremamente competitiva, decidiu cumprir um desafio e escrever um livro, seu primeiro Romance - Um Encontro Fatal. Atualmente mora em uma belíssima praia do litoral sul de Pernambuco com esposo e filha. 

Twitter: https://twitter.com/APriFerreira
                                               Instagram:https://instagram.com/autora_pris_ferreira